Com o tema “Estratégia de Gestão e Captação de Recursos”. O principal objetivo de capacitar os gestores para promover mudanças locais através de políticas públicas. Entre os destaques está a abertura de diálogo com os governos Estadual e Federal para dar conhecimento aos municípios sobre oportunidades de captar investimentos. Além das palestras, os gestores têm acesso ao atendimento individualizado de secretarias estaduais e dos Ministérios da Economia, do Desenvolvimento Regional, Turismo, Ministério da Cidadania – através da Secretaria Nacional de Assistência Social, Ministério da Justiça e Segurança Pública e Ministério da Saúde, com técnicos da Funasa.

Entre os painelistas, o presidente da Embasa, Rogério Cedraz, destacou os desafios do saneamento no estado. “Queremos aproveitar esse momento para nos aproximarmos cada vez mais dos municípios e discutir as questões relativas ao saneamento de cada um, pois nem precisamos falar que saneamento é uma das questões que trazem desenvolvimento para os municípios”, afirmou.

Para debater sobre Parcerias Público Privadas (PPP’s) para energias renováveis e saneamento básico, foram convidados os engenheiros da 123 Solar, parceira do Grupo Dias, Bárbara Ferreira da Silva e Diogo Vogel. “Das energias renováveis, a que melhor se adapta em meios urbanos é a solar fotovoltática, por não exigir manutenção constante, não afetar a vida das pessoas e não necessitar de um local específico para sua instalação, podendo ser inserida em cobertura de edificações, estacionamentos e até em áreas não produtivas próximas ao local de consumo”, destacou Bárbara.

“Entre as vantagens de se fazer uma Parceria Publica Privada estão a redução de despesas orçamentárias, a profissionalização da gestão dos serviços, o poder fiscalizatório, a transparência, entre outras”, afirmou Breno Alegria, diretor jurídico do Grupo Dias.

O painel que também discutiu sobre o financiamento da segurança pública para os municípios contou com os especialistas do Ministério de Justiça e Segurança Pública, Neusivan Fonseca e Christiano Henrique Eufrasio. “A segurança pública é uma das áreas mais afetadas, pois existe uma discrepância entre o orçamento da saúde e da educação, pois estas áreas estão na Constituição Federal e leis complementares e a segurança não”, destacou Christiano.

Fonte: ASCOM/PMSB

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