Flamengo vence internacional, e fica com muita chance de ser campeão brasileiro

Quando Gabigol marcou o gol da virada do Flamengo sobre o Internacional, correu na direção de Gerson. Foi com o camisa 8 que o atacante comemorou primeiro, pulando em cima do companheiro e festejando muito. Foi um ato simbólico, uma forma de “fazer as pazes” depois de uma rápida discussão na etapa inicial. Um exemplo da tensão que permeou os 90 minutos da “decisão” no Maracanã.

Sem público no estádio, é possível perceber com mais clareza as interações entre jogadores, dirigentes, treinadores e membros da arbitragem durante toda a partida. Tudo isso se amplificou numa partida tratada com o peso de uma final, com os dois primeiros colocados do Campeonato Brasileiro frente a frente na penúltima rodada do torneio.

A pressão de dirigentes na arbitragem tem sido algo recorrente no Brasileiro. No Flamengo, virou até questão de bastidor. Desde a goleada sofrida para o São Paulo na última rodada do turno, houve mudança: a diretoria visitante passou a ficar mais afastada do campo, enquanto os rubro-negros mantiveram seu posicionamento, mais próximo do gramado.

Isso, inclusive, foi alvo de reclamação de João Patrício Hermann, vice-presidente de futebol do Inter, que chamou o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, de mentiroso.

– Colocaram 60 pessoas atrás do banco, nos colocaram lá no canto, no fundo, o presidente do Flamengo mentiu para mim. Este é o ambiente aqui. Disseram que não poderiam nos colocar em outro lugar. Ele não mandou mensagem, ele mentiu olho no olho. Não deixaram ficar em outro lugar. Foram atitudes ‘varzeanas’ do Flamengo – reclamou Hermann.

Fonte: ge

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